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A educação espiritual na infância

2014_07_discriminacao_crianças_clade_reproducao Olá amigos, espero que estejam ótimos e bem melhor do que eu, que pela segunda vez no mesmo mês fui abduzida pelo monstro da gripe e da tosse devido a este verão fora de época que sabe bem, mas também faz mal:) Mas fora isso estou bem e feliz! Hoje venho aqui falar de um tema que me é muito querido, na realidade todos são, mas há uns que eu me identifico mais então sinto uma responsabilidade maior em abordá-los, mas faço e dou o meu melhor, como devemos fazer em tudo na vida. Ao longo dos anos, talvez nos últimos 14 , a minha perspectiva sobre a espiritualidade e religião sofreram mudanças enormes. Tem sido um caminho travado por mim em busca das minhas respostas pessoais para que possa seguir um caminho que me faça sentido e onde sinta que me encaixo. Por volta dos anos 90, foi edificada uma nova igreja no fim da minha antiga rua. Sou curiosa então um dia decidi ir sozinha à missa. Aquilo para mim foi grandioso, todo o ritual, as pessoas, aquela linguagem que eu não percebia mas que acreditava que devia ser muito certa. Levada pela curiosidade, e por achar que tinha que ir porque via toda a gente a caminho do altar, fui comungar, e além do embaraço do padre a explicar-me como tinha que colocar as mãos para receber a hóstia, tenho a certeza absoluta que a devo ter mastigado! Como devem imaginar, quando contei este episódio percebi logo que devia ter cometido ali o meu primeiro pecado! Conto este pequeno episódio da minha vida, porque acho que ele resume muito bem a minha posição em relação às religiões ou à espiritualidade. Existe uma quantidade infinita de regras e rituais que não me fazem sentido, mas que têm que ser seguidos, se não não és um bom católico, jeová, evangelista, seja lá o que for que a pessoa processe. Na minha modesta opinião, penso que por vezes somos quase que “obrigados” a seguir tantas condutas, que não nos fazem sentido, mas que estão mais do que canonizadas, que nos esquecemos de valores mais altos como, ajudar o próximo, não fazer mal ao outro, respeitar os semelhantes. Mais facilmente apontamos o dedo a quem mastigou a hóstia do que o aplaudimos pelo bem que faz. E é aqui que entra a educação espiritual nas crianças, como meio de transmissão de valores verdadeiros que crie bases sólidas de fé, força de carácter e amor! Quando eu frequentava a igreja católica e o meu grupo de jovens ( de quem guardo um saudosismo daqueles de verdadeiros bons tempos!), acreditava que a educação católica era a mais correta, mas aos poucos percebi que me tornava fundamentalista e foi aí nesse instante que a minha mente começou a interrogar-se, haverá mais que isto? seminarioculturadepaz2013Não venho aqui falar das minhas opções espirituais, porque são as minhas e porque sei que cada um encontra conforto e orientação na doutrina que mais lhe aprouver, e felizmente que somos livres por poder escolhe-la. Apenas acho que seja qual for a nossa opção, devemos sempre, mas sempre lutar por nos tornarmos pessoas melhores! Quando ele for grande escolhe! Durante alguns anos eu defendi com unhas e dentes que não deveria dar nenhuma educação religiosa ao meu filho, ou futuros filhos, porque achava que a escolha devia ser deles. E como eu sei que há muita gente que defende esta mesma ideia, venho dizer que não a desrespeito mas que tenho atualmente uma visão bem diferente da mesma. Uma  vez uma amiga disse-me que tinha batizado o filho porque achava que isso era o correto, e porque é para isso que os pais servem, para educar mediante aquilo que acham correto, e depois mais tarde ele poderia seguir o seu caminho. Foi a partir daí que comecei a ver esta situação por um novo prisma, e no fundo concordei com ela, e compreendi, então como é que eu, que acho que a educação espiritual é tão necessária não a estou a dar ao meu filho?   Dando liberdade: Por isso neste momento da minha vida, acredito que providenciar uma boa educação espiritual, baseada em principio bons, e que crie crianças mais seguras é ótimo! A escola transmite valores, a família transmite valores, a espiritualidade também. Criamos assim crianças mais completas, não descurando o seu lado mais emocional.   Depois mais tarde, cada um segue o seu caminho.   Muita luz

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