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A espiritualidade e as crianças – parte 2

Seres lindos, que eu sei que são… como prometido avanço para a segunda parte deste post “um bocadinho grande”, para conversarmos um pouco mais sobre isto do despertar da espiritualidade nas crianças.

Aconselho a quem ainda não leu a darem uma vista de olhos na primeira parte deste artigo!

Será que é fácil? Será mais difícil para eles ou para nós? Por onde começar? Eles vão entender?

Acredito que existam muitas outras e mais questões sobre este tema, o que é bom, porque desenvolver o espírito critico ajuda-nos a questionar, e questões levam-nos as respostas, às nossas próprias respostas.

maxresdefaultEu acredito que a espiritualidade é algo que deve ser natural, ou seja, não é nada que deva ser imposto, porque isso gera uma obrigação e um seguir das crenças do outro e não as nossas. O que pretendo dizer com isto, é que nós  pais orientamos os nossos filhos segundo os nossos valores e crenças, e não há nada de errado nisso, mas é necessário deixar sempre aquele espaço de escolha, porque eles apesar de serem crianças, são almas que já reencarnaram muitas vezes, e por isso têm o seu caminho individual de amadurecimento espiritual! E você pode ser um católico muito convicto e o seu filho encontrar respostas no budismo, no espiritismo, na meditação…onde for.

Muitas  religiões  parecem mais focadas em que os seus crentes sigam as suas regras do que as suas bases de fé e poder espiritual, se vamos tornar este desenvolvimento espiritual das crianças idêntico ao dever de fazer a cama, o de levantar o prato, acho que começamos mal.

Tem que ser devagarinho, conversando, explicando e deixando que a criança vá trazendo essa realidade para a sua vida, com o seu tempo, com o seu método e da forma que o faz mais feliz.

Bom, para resumir esta introdução, penso que devemos começar por compreender, que a espiritualidade é algo novo na vida das nossas crianças, pelo menos nesta vida terrena, porque dela sabem eles muito bem. Que é algo que vai de certa forma mexer com a sua gentileza infantil, que vai ser uma descoberta, um porto de abrigo e um abrir de portas emocional.

Precisamos de ser base para eles, se queremos ensiná-los o valor da fé, o valor de algo superior, o valor do crescimento pessoal, não podemos nós ficar fechados na concha da zona de conforto e não abraçar este caminho que pode ser feito a dois ou com toda a família.

Se uma energia dentro das 4 paredes se começa a sintonizar, tudo a sua volta ganha uma energia diferente e tudo se vai compondo.

Por hoje deixo-vos aqui.

Queria lançar um desafio, queria que cada um de vocês pensasse na melhor forma de desenvolver a espiritualidade nos vossos filhos, alunos, crianças que amem, respeitando o seu Eu individual…partilhas são bem vindas.

Muita Luz

Aisha

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A espiritualidade e as crianças – parte 1

Olá pais, amigos, educadores, pessoas lindas…aviso e acredito que este post vá ser longo.

Afinal há tanta coisa para falar sobre espiritualidade, e se a esse tema juntamos as crianças, muito mais haverá pode dizer!

Quando comecei o Crianças de Luz, ainda sentia algum receio em abordar alguns temas, não porque não acreditasse neles, mas pelo receio que a minha exposição sobre as minhas crenças pudesse não ser muito benéfica para mim. A verdade, é que como tudo felizmente evolui, eu também deixei de ter medo da inquisição social e decidi que quando mais verdadeira sou comigo, mais leve a minha forma de ser é.

Esta breve introdução surge como alguns receios que nós pais temos em abordar e desenvolver certos temas com os nossos filhos e não é só o medo de que eles não estejam aptos para os entender, mas pela exclusão social que isso possa acarretar.

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Não é fácil para uma criança na escola dizer que faz meditação, que é iniciado em reiki. Que tem guias espirituais por perto…bom se eles também jogarem à bola até que podem ser porreiros!

Não é fácil! Mas não é impossível…e é tão necessário.

Uma das coisas que aprendi recentemente é que a depressão é uma grande falta de ligação com o espiritual. A depressão não se conecta com o pensamento positivo, ela não assenta na fé, ela não acredita que cada um tem o poder para ser mais e melhor. Ela não acredita que nós nos podemos curar a nós próprios.

Grande parte das nossas crianças nos dias de hoje se sentem desajustadas, mas este é um tema que já discuti várias vezes no crianças. A sensação de desajuste causa: sentimentos de não pertença, de solidão, de raiva, de agressão, de baixa auto estima. Se num adulto sabemos que estes sentimentos levam a quadros menos simpáticos, nas crianças não é muito melhor.

Por isso eu acredito nas abordagens diferentes, por isso eu quero acreditar que existem opções mais completas para fazer a viragem.

Quando falamos das crianças indígo, falamos deste jovens de agora que estão a batalhar na mudança. Eles são como a frente de combate que está a desbravar caminho para as mudanças das quais todos nós tantos ansiamos e necessitamos.

Eles são os pioneiros, e com isso os que mais sofrem com a resistência que encontram pela frente.  Ouvimos todos os dias o quanto o mundo está mal, mas quando aparece alguém  dizendo que está em nós o poder de mudar, chamam-no de louco!

E é contra esta resistência na mudança que os nossos filhos estão neste momento.

Já se imaginaram neste lugar?

Vamos pensar em nós os mais crescidos. Muitos de nós trabalham em grandes multinacionais.  Muitos desses trabalhos estão tão estabelecidos, que dão tolerância zero a qualquer hipótese de mudar. Nós ate podemos ter muitas ideias, apresentar sugestões que sabemos que vão melhor as condições e os resultados, mas há sempre aquele alguém que não pode sair da sua zona de conforto que nos dá um valente não!

Isso causa: descrença, desânimo, desmotivação.

Os nossos indígo se não se fortalecem vão também ficar descrentes, desanimados, desmotivados e ainda o outro grande D, vão desistir!

Eles são crianças, nós somos pilares: pais, professores, educadores, terapaeutas…e se nós os pilares não tivermos firmeza suficiente…eles desabam.

Por isso na 2ª parte deste artigo eu vou conversar com vocês sobre o papel, o grande papel que o desenvolvimento da espiritualidade tem nas crianças, e o quanto esse pode ser um dos seus maiores pilares.

 

Muita luz

Aisha